O Senado já tem assinaturas o suficiente para abrir uma Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar os responsáveis dos atos no domingo, 8,, quando as sedes do Executivo e do Legislativo federais e da Suprema Corte foram invadidas e depredadas. A informação é do líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor da CPI que apurou as responsabilidades na condução da pandemia, realizada em 2021.
A proposta é defendida também pelos senadores Renan Calheiros (MDB-AL) e Soraya Thronicke (UB-MS). O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT), reforçou o apoio à proposta de CPI.
Randolfe relatou que a ‘CPI do Terrorismo’ pode começar imediatamente, pois há a possibilidade de o recesso suplementar ser suspenso por tempo indeterminado. A retomada dos trabalhos a partir desta terça (10) foi abordada em reunião na casa do presidente do Senado em exercício, Veneziano Vital do Rego (MDB-PB). A medida teria o apoio do presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).
Randolfe participou da vistoria no Palácio do Planalto feita no domingo pelo presidente Lula. “O cenário é de caos”, relatou. O líder do governo no Congresso afirmou que a CPI do Terrorismo vai investigar inclusive a participação de deputado ou senador nos tumultos de domingo.
“Uma parlamentar, inclusive, do meu estado participou e chamou. À ela, estamos, no dia de hoje, reportando denúncia no inquérito dos atos antidemocráticos do STF, reportando denúncia ao TRE-AP e estaremos, tão logo ela tome posse, pedindo a cassação do seu mandato”, disse Randolfe Rodrigues. O alvo da denúncia é a deputada Silvia Waiãpi (PL).
Com informações de Metrópoles e CNN Brasil
Foto: Agência Senado






