Em entrevista ao Fantástico, neste domingo, 13, a futura primeira-dama Rosângela Silva, conhecida como Janja, falou sobre sua participação na campanha política e lembrou da passagem por Salvador, durante a festa da Independência da Bahia, quando chegou a atuar como “segurança” do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Ao comentar as críticas sofridas por conta de seu protagonismo durante a disputa eleitoral, ela disse não ter se incomodado. “A opinião que importava pra mim nesse momento da campanha era do meu marido. Se era importante eu estar fazendo algumas coisas e estar do lado dele”, afirmou a socióloga às jornalistas Maju Coutinho e Poliana Abritta.
“E eu trouxe pra mim esse papel de cuidar mesmo dele, de preservá-lo, até segurança. Na caminhada de 2 de Julho em Salvador eu fui e fiquei ali na frente dele, porque era o primeiro momento que ele estava realmente se colocando a público”, lembrou a futura primeira-dama. “A gente sabe todas as ameaças que ele sofre, e isso era uma coisa que me deixava desesperada”, contou.
Questionada sobre “machismo” ou “ciúme” como fatores que motivaram a resistência à sua atuação na campanha, ela avaliou ter havido “um pouquinho de cada um”. “Houve machismo porque talvez a figura do Lula, por si só, se bastasse. E agora tem uma mulher do lado dele, não que complemente, mas que soma com ele algumas coisas”, disse Janja. “E não é porque eu estou do lado dele, é porque eu sou essa pessoa. Eu sou a pessoa que é propositiva, que não fica sentada, que vai e faz”, concluiu.
Por Bahia.Ba
Foto: Reprodução/TV Globo






