Cartilhas com a Lei Maria da Penha traduzida nas línguas Xokleng, Kaingang e Guarani serão distribuídas em terras indígenas de Santa Catarina, informou a Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS).
A previsão, segundo a pasta, é que as publicações fiquem prontas em maio deste ano. A entrega acontece logo em seguida.
A ação foi construída a partir de diálogos com lideranças indígenas. O projeto é do Tribunal de Justiça (TJSC), em parceria do Conselho Estadual dos Povos Indígenas (Cepin) e da SAS.
Segundo a secretária da SAS, Alice Kuerten, a iniciativa deve ser transformada em um projeto permanente, que vai percorrer terras indígenas levando informação para prevenção da violência e garantia dos direitos das mulheres descendentes dos povos originários.
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O trabalho, de acordo com a pasta, também busca capacitar órgãos públicos a atenderem mulheres indígenas que sofrerem violência doméstica.
“Hoje há uma dificuldade de entender a especificidade cultural dos povos indígenas. Esse órgão vai estar preparado se uma mulher pedir socorro? Estará pronto para atender essa mulher? Então queremos envolver todos que atuam com esse assunto”, afirma a conselheira do Cepin, Íris Bessa.
Por G1
Foto: Secom/Divulgação






