À frente das Delegacias do Adolescente Infrator (DAI) e de Repressão a Crimes Contra a Criança e o Adolescente (DERCCA) de Feira de Santana há duas semanas, a delegada Clécia Vasconcelos afirmou, no Altos Papos desta terça-feira, 10, que apesar de estar se adaptando à nova função, já dispõe do que é mais necessário: a identificação com a pauta de minorias.
Atuando no enfrentamento à violência de gênero nos últimos dez anos em Feira, quando se destacou na titularidade da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (DEAM), “doutora” Clécia, como é conhecida, disse ainda “não se limitar ao papel de mandar inquérito para a Justiça”, já que, segundo ela, seu diferencial é “gostar de gente”.
“Confesso que estou surpresa com as atribuições dessas duas delegacias. A DAI é o adolescente infrator, já a DERCCA é o adolescente enquanto vítima. Eu preciso de adaptação, de estudo, mas o que mais se faz necessário eu já tenho, que é a identificação com a pauta de minorias. E que bom que a Polícia Civil percebe isso, que eu tenho essa identificação com os vulneráveis. Então, eu estou me sentindo útil, eu gosto de gente e não me limito ao papel de mandar inquérito para a Justiça”, assegurou a delegada.
Texto produzido pelo estagiário de jornalismo Rafael Carvalho com supervisão do jornalista Taiuri Reis/Altos Papos






