Parlamentares baianos aliados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticaram a prisão do ex-deputado federal e presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Apoiador de Bolsonaro, Jefferson foi preso preventivamente na manhã desta sexta-feira (13) por envolvimento em uma suposta milícia digital que atua contra a democracia.
Ferrenha defensora do chefe do Executivo, a deputada estadual Talita Oliveira (PSL) usou o Twitter para afirmar que “o Judiciário quer pôr a mão na boca de quem se opõe ao sistema”.
O também deputado estadual Capitão Alden (PSL), por sua vez, compartilhou um post em que o filho do mandatário, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), critica a medida de Moraes.
“O que são atos antidemocráticos? milícia digital? Fake news?
A democracia, essa balela de Estado democrático de direito, já não estão sob ameaça, estão sob ataque intenso mesmo”, escreveu.
Na publicação, o filho ’03’ de Bolsonaro repete o tom de ameaça com o qual o chefe do Executivo reagiu recentemente ao ser incluindo como investigado no inquérito das fake news –o presidente disse a ação não estaria “dentro das quatro linhas da Constituição”.
“O Senado tem que enxergar quem joga fora das 4 linhas da constituição. O nosso Brasil à beira de um desastre ainda maior”, afirmou o deputado.
Rompida com o presidente poucos meses após ter sido eleita na onda bolsonarista, a deputada federal Dayane Pimentel (PSL) ironizou o fato de Jefferson, delator do escândalo do mensalão do PT, ser ligado ao atual governo.
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“Roberto Jerfeson – Mensaleiro – ídolo dos bolsonaristas – tem sua prisão decretada. Preso pela segunda vez, a primeira foi por formação de quadrilha e corrupção “, publicou a parlamentar.






