Feira de Santana lidera o ranking de maior PIB (Produto Interno Bruto) formado por dez municípios do interior nordestino — exceto alguns localizados em regiões metropolitanas.
Em 2023, o que foi produzido no município somou R$ 21.846.454,67, valor que é pouco mais de 60% maior que o do segundo colocado, Goiana, com R$ 13.893.622.
“Feira de Santana cresceu muito nos últimos anos e vai continuar na rota do crescimento porque investimentos estão sendo realizados para que o município seja bem visto por investidores, que aqui se instalem e gerem novos empregos”, disse o prefeito José Ronaldo de Carvalho.
Os resultados colocam o PIB per capita de Feira de Santana em mais de R$ 35 mil — chega-se a este número ao dividir o acumulado pela população local —, superior à média registrada pela Bahia, de R$ 30 mil.
Na formação do setor, destacam-se o setor terciário, de serviços e comércio — ambos de grande poder de arrecadação devido à diversificação e à quantidade ofertada —, que somaram 60% de todo o acumulado.
O índice mostra todo o potencial do comércio do município, que atrai consumidores de todas as regiões do Nordeste, além da gama de serviços, que varia de clínicas médicas à educação em todos os níveis.
A indústria, que forma o setor secundário, contribuiu com 25,9% — o parque industrial do município absorve 16% dos empregos formais do município. A administração pública responde por 13,5% da formação do PIB, e a agropecuária, por apenas 0,6%.
Fazem parte deste ranking, além de Feira de Santana e Goiana, Campina Grande (PB), Vitória da Conquista, Caruaru (PE) e Luís Eduardo Magalhães — todas com mais de R$ 11 bilhões no PIB.
Com R$ 10 bilhões aparecem Petrolina (PE) e Mossoró (RN). Com R$ 9 bilhões, Barreiras e Imperatriz (MA).
- Fotos:ACM






